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sexta-feira, setembro 10

Vamos ser francos

Carlos Queiróz, sem cinismos: estou extremamente feliz pelo fim desta nossa sociedade. Depositei as minhas esperanças em ti e tu destruíste-as, como quem rasga folhas de papel. Arrancaste o meu coração e manchaste de sangue escuro o meu orgulho patriótico. Deste cabo dos meus sonhos, voaram como se de brisas se tratassem. Nunca tiraste o Cristiano Ronaldo, jogámos sempre apenas com dez. Para honrar dez milhões. Sujaste o nome de Portugal na África do Sul. Passaste-nos de um demasiado surpreendente 3º lugar para um (ainda mais) surpreendente 8º lugar (após este Mundial). Merecias prisão perpétua. Crime? Homicídio qualificado de expectativas e tentativa de homicídio através de enfartes e depressões.
Ambos sabíamos que a nossa relação ia acabar assim; porque não desististe antes? Agora ainda fazes com que te pague uma indemnização, quando ambos sabemos que tu devias ter saído de casa antes. Porquê Carlos? Porquê? Era óbvio que se não acabavas tu, acabavam eles. Para quê este tempo de polémica, de desgaste, de discussão?
Mas sim Carlos, confesso que sei. Foste bem lixado, foste.

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