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quinta-feira, outubro 14

Eu prometi, eu cumpro!

A partir de hoje, gargalhadas às custas dos caloiros de Medicina Nuclear. E começamos pela qualidade máxima de alguém que escolheu pertencer à melhor família de praxe: o meu afilhado :')

"Todos devemos ter uma Marlene dentro de nós e uma Marlene longe de nós."
Esta expressão tão peculiar resultou de um momento de "pura inspiração" de alguns alunos do 1º ano de MN e tornou-se na síntese de desfecho de um dia repleto de inúmeras actividades praxísticas, assemelhando-se, desde modo, às reflexões das sessões tutoriais.
A frase pode ter vários significados, dependendo apensas do pensamento e interpretação de cada um...
Segundo o meu ponto de vista, "Todos devemos ter uma Marlene dentro de nós" pois sendo a Marlene um daqueles seres verdadeiramente tagarelas, bastante expressivos e comunicativos e, além disso, dotada de boa disposição e um tanto de "labreguisse", todos nós devemos possuir certa quantidade (q.b.) de cada uma destas características.
A Marlene longe de nós deve-se ao facto de ela falar tanto ou até mesmo nunca se calar, que por vezes é inevitável a necessidade de tê-la fora do nosso alcance de audição.
Porém, existem outras perspectivas... Há quem refira que a Marlene dentro de nós, essa ainda se está para vir a conhecer e que a Marlene que devemos ter longe, muito longe de nós é, então, a Marlene tão abordada nesta dissertação.
Para concluir e em suma, falta apenas acrescentar que "todos devemos ter uma Marlene dentro de nós e uma Marlene longe de nós"!
Tiago Silva (ou se preferir Martins), 297+1

Tão inteligente que é o meu rebentozinho mais novo!

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